Perguntas Frequentes

Vou tratar um câncer de próstata, posso ter filhos no futuro? +

A quimioterapia é um procedimento agressivo, que normalmente afeta a qualidade dos gametas de quem passa pelo tratamento. Por isso, o recomendado é que o paciente nessa situação realize o congelamento de seus espermatozóides antes de iniciar o tratamento, garantindo assim gametas saudáveis para uma futura gestação.

Ao ser diagnosticado com câncer o primeiro pensamento, e mais lógico, é iniciar um tratamento o quanto antes. Mas o que poucas pessoas avaliam nesta hora é a questão da preservação da fertilidade.

Estudo apontam que 1/3 dos pacientes que fazem tratamento oncológico terá infertilidade permanente. Se você não pretende ter filhos, isto não é um problema, mas se você pensa em ter filhos é muito importante avaliar este fator antes do início do tratamento.

Para a preservação da fertilidade masculina ha dois métodos para a coleta dos espermatozóides:
– por masturbação (método não-invasivo) quando ha espermatozóides no sêmen.
– técnicas de retirada dos espermatozóides diretamente dos testículos quando não há espermatozoides no sêmen ejaculado (azoospermia)

Após a obtenção dos espermatozoides o mesmo é criopreservado (congelado) a -196 oC e armazenado por tempo indeterminado. Mas tudo precisa ser feito antes do início do tratamento contra o câncer.

A técnica de congelamento de espermatozóides permite que o casal possa ter filhos no futuro através das técnicas de Inseminação Artificial e Fertilização in vitro.

Vale lembrar que a fertilidade pode voltar ao normal de seis a doze meses após o termino do tratamento.

 

Mulheres que passaram por tratamento de câncer de mama podem engravidar? +

Sim, é possível. Um estudo da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) revelou muitas mulheres que passaram por um tratamento de câncer de mama conseguiram engravidar posteriormente. Além disso, este estudo apontou que a gravidez e a amamentação surtem efeitos protetivos contra o reaparecimento da doença.

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, sendo mais comum entre as mulheres, com 22% de casos novos registrados por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia. Mesmo que a faixa de maior incidência da doença esteja no período da pós-menopausa, isto é, depois dos cinquenta anos, o número de mulheres diagnosticadas mais precocemente aumentou significativamente.

Muitas mulheres nessa faixa etária se amedrontam diante do diagnóstico de câncer de mama, o que é natural, visto a gravidade da doença. Entretanto, quando descoberto em seu estágio inicial, as chances de cura são de 95%, de acordo com estatísticas divulgadas pela Sociedade Brasileira de Mastologia.

A pesquisa analisou uma amostra de 1.207 pacientes com idades inferiores a 50 anos por uma década, todas diagnosticadas com câncer de mama não-metastático, ou seja, o tipo em que as células cancerígenas ainda não tinham se espalhado para outros órgãos do corpo. Ao todo, 333 participantes conseguiram engravidar, o que corresponde a 28% do total. 57% da população avaliada durante o estudo possuía um tumor RE-positivo, ou seja, neste caso, as células cancerígenas são receptoras de estrogênio e se proliferam em resposta ao hormônio.

Fonte: https://claudia.abril.com.br/saude/apos-tratamento-mulheres-com-cancer-de-mama-podem-engravidar/#

Você sabe o que é Beta HCG? +

O beta HCG consiste em uma fração do hormônio HCG (ou Gonadotrofina Coriônica Humana). Por ser um hormônio produzido exclusivamente durante o período gestacional, sua presença em testes de urina ou de sangue caracteriza a gravidez.

O hormônio HCG é produzido pelo trofoblasto, estrutura que dará origem à placenta, por isso podemos dizer que ele tem um papel fundamental na gestação.

Os testes de gravidez de farmácia identificam a gravidez pois possuem reagentes ao HCG. Contudo, como a estrutura do HCG é semelhante à de outros hormônios, o teste de farmácia só tem validade depois que a produção do HCG já está alta, ou seja, em geral após 40 dias da ultima menstruação. Por isso que em clínicas de reprodução humana os médicos pedem o exame de sangue, pois ele é mais preciso quando feito precocemente ao atraso da menstruação.

Os valores do beta HCG variam muito de uma mulher para a outra, por isso, havendo indícios da gravidez os médicos costumam fazer ultrassom ou pedir para repedir o teste para confirmar o diagnóstico.

Em uma gestação normal, a taxa do Beta HCG costuma dobrar a cada 24 ou 48 horas. Quando isto não acontece pode ser indicio de que a gravidez não irá progredir. E nos caso de um pequeno aumento pode ser que tenha alguma complicação.

Você sabe o que é reserva ovariana? +

Ter filhos após os 30 anos de idade é uma realidade cada vez maior na sociedade em que vivemos. Segundos dados do IBGE, em 2015, 31% dos recém-nascidos tinham pais entre 30 e 39 anos.

Muitos são os fatores que tem levado as pessoas a ter filhos depois dos 30 anos, mas uma fator que muitas pessoas não colocam na balança é que com o passar dos anos ocorrem mudanças biológicas significativas que podem dificultar a gravidez.

Dentre os fatores biológicos feminismo esta a reserva ovariana, ou seja, a quantidade de óvulos que está disponível nos ovários da mulher.

Toda mulher nasce com uma quantidade de óvulos determinada. Com o passar dos anos as mulheres vão perdendo estes óvulos. Isto porque quando os óvulos estão maduros eles são liberados pelo ovário e não ha nada que impeça.

Da primeira menstruação até os 30 anos, a fertilidade da mulher se mantém estável. Entre 30 e 35 anos ocorre uma pequena queda. E após os 35 a queda é considerável.

Pode-se dizer que uma mulher com 37 anos já perdeu quase toda a sua reserva ovariana. Mas como cada corpo tem as suas características biológicas, isto pode ocorrer antes ou depois.

Além da quantidade de óvulos outro fator que influencia é a qualidade dos óvulos. Óvulos mais “velhos” costumam apresentar defeitos genéticos, o que dificulta o desenvolvimento do embrião.

É por isso que, se você pretende ter filhos após os trinta e poucos anos, deve ter cuidado com este fator reprodutivo. E se este é o seu caso, fazer uma avaliação da sua reserva ovariana é uma atitude prudente.

A reserva ovaria pode ser medida por três exames simples, dois são de sangue e um é por imagem. A partir destes exames o médico pode determinar a quantidade dos seus óvulos.

Prevenir é sempre a melhor decisão.

Quando procurar um médico especialista em infertilidade? +

As chances de um casal saudável, que mantém relações sexuais com frequência (2 a 3 vezes por semana) sem uso de preservativos e técnicas anticoncepcionais, engravidar gira entre 20 e 25% a cada ciclo.

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, a não ocorrência de gestação após o período de 12 meses de tentativas, com relações sexuais frequentes (2-3 vezes por semana) e desprotegidas, é um sinal de que pode haver alguma dificuldade de engravidar.

Segundo estudos realizados com casais que estavam tentando de engravidar, cerca de 85% demoraram até um ano para concretizar a gravidez.

Por isso, se após 12 meses a gestação não ocorrer, é recomendado é que se procure um médico médico ginecologista, capacitado em reprodução humana.

Mas isto não é uma regra, há casos em que este procedimento deve ser feito antes desse perí­odo. Dentre eles podemos destacar:

1) Mulheres com mais de 35 anos: a partir de 35 anos de idade a reserva ovariana da mulher diminui rapidamente e qualidade das células, também. Isso se intensifica a partir dos 37 anos e complicando muito após os 40 anos.

2) Mulheres com menstruação irregular: ciclos irregulares de menstruação é sinal de problemas de ovulação, o que possívelmente irá dificultar a gravidez.

3) Endometriose: A endometriose é uma das doenças mais comuns encontradas em clínicas de reprodução humana. Mulheres que possuem endometriose devem ficar atentas pois.

4) Tabagismo: para as mulheres, o cigarro pode afetar a qualidade dos óvulos causando o envelhecimento precoce das células. Ja para os homens, pode diminuir a produção e qualidade de espermatozoides. Por isso, se após 6 meses de tentativas a gestação não ocorrer é recomendado que procure um médico.

5) Obesidade: o excesso de gordura pode levar ao desarranjo hormonal e influencia na produção de espermatozoides do homem e na ovulação da mulher. Por isso, se após 6 meses de tentativas a gestação não ocorrer é recomendado que procure um médico.

6) Infecções: Algumas infecções, como clamídia e prostatites, podem deixar sequelas para a fertilidade humana, mesmo depois de curadas.

7) Cirurgias ginecológicas: algumas cirurgias ginecológicas, como a retirada de miomas e cisto de ovário, também podem dificultar a gravidez.

8) Varicocele: Essa condição é uma das principais causas de dificuldade na produção do sêmen. Trata-se de uma dilatação das veias na região escrotal.

Posso doar meus óvulos? +

Na Vivita- Clínica de Reprodução Humana, para que uma pessoa possa ser considerada uma possível doadora de óvulos ela precisa preencher os seguintes critérios:

  • Passar por consulta médica detalhada com nossa equipe
  • Ter no máximo 32 anos de idade (o que nos dá mais segurança de termos bons óvulos)
  • Ter comprovada uma boa saúde ovulatória (através de histórico favorável, ultra-som transvaginal mostrando boa reserva ovariana e exames hormonais favoráveis)
  • Ter sorologias negativas para as principais doenças infecciosas
  • Ter os parâmteros genéticos normais (tanto por histórico clínico favorável, quanto por exame de sangue que comprove boa saúde cromossômica)
Posso engravidar com meus próprios óvulos após 40 anos? +

Sim, é possível. As mulheres começam a ter uma diminuição da qualidade ovulatória a partir de 35 anos de idade. Isso se torna mais dramático após 38-40 anos. Assim, é primordial a adequada avaliação da função ovariana nestas mulheres para se definir as melhores táticas que podem levar à gravidez.

Recomenda-se neste caso que seja realizada uma consulta para avaliação.

Fiz laqueadura, posso ter filhos ? +

As mulheres que fizeram laqueadura podem ter filhos novamente.

Para isso existem duas possibilidades: realizar a cirugia de reversão da laqueadura ou realizar o tratamento de fertilização “in-vitro” (FIV/ICSI).

Reverter a laqueadura é um processo que leva mais tempo e apresenta menores chances de sucesso de gravidez se comparado com o tratamento de fertilização in-vitro.

Para reverter a laqueadura, primeiramente é necessário avaliar como ela foi feita e que regiões da trompa pode ter danificado, para então avaliar se é possível reverter o processo cirurgicamente, religando as trompas uterinas. As principais condições que possibilitam a reversão são: ter o final das trompas preservado e ter a tuba uterina saudável. Feita a cirurgia, é necessário esperar de 6 a 12 meses para poder engravidar.

Vale lembrar que para mulheres com mais de 35 anos da idade nas taxas de sucesso são menores. Além disso, também é necessário avaliar outros fatores de fertilidade, tanto feminina quanto masculina, como a contagem dos óvulos e espermatozoides, a qualidade dos mesmos, entre outros, pois caso haja algum problema a

Já o tratamento de Fertilização in Vitro (FIV/ICSI) o procedimento é mais rápido e apresenta taxas de sucesso de gestação maiores. É mais rápido pois pode ser feito imediatamente, não precisa realizar procedimentos cirúrgicos. E apresenta taxas de sucesso mais elevadas pois como o óvulo é fecundado em laboratório e implantado no útero, não necessitando das trompas para realizar estas etapas (leia mais sobre FIV).

Vale lembrar, também, que em ambos os casos é necessário passar por uma consulta com um médico capacitado em reprodução humana, para que seja feito uma avaliação total do quadro clínico da paciente e, desta forma, avaliar qual o melhor procedimento tomar em cada caso.

Fiz vasectomia. Posso ter filho? +

Sim, é possivel engravidar mesmo tendo feito vasectomia.

Homens que realizaram o procedimento de vasectomia podem ter filhos. Basicamente existem dois métodos para isso: reverter a vasectomia ou realizar o tratamento de Fertilização in Vitro (FIV), com ICSI.

A reversão da vasectomia, que consiste no religamento dos canais deferentes de forma a permitir a passagem do espermatozóide novamente, apresenta melhores resultados quando feita há menos de 5 anos.

Já no método de Fertilização in Vitro (FIV), com ICSI os espermatozóides são capturados por punção dos epidídimos (PESA) e depois são injetados nos óvulos pelo método de ICSI.

Devo fazer análise genética dos embriões? +

Atualmente, existe técnica para realização da análise genética dos embriões antes de transferí-los ao útero. Isso pode ser indicado em diversas situações, tais como: casais cuja família apresenta doenças genéticas repetidas e específicas; casais em que um dos membros têm alteração genética diagnosticada; mulheres com mais de 38 anos de idade.

A análise genética pré-implantacional dos embriões é realizada após a biopsia dos mesmos e a consequente obtenção de células que serão analisadas pelo método de CGH, em que conseguimos identificar todos os cromossomos dos embriões.

Saiba mais

Qual o melhor tratamento para quem tem problema nas trompas ? +

Os procedimentos para engravidar mais indicados para aquelas que possuem problema nas tubas uterinas (trompas) são: Fertilização “in vitro” – ICSI, visto que é o único método de tratamento para engravidar que não depende das trompas e a Videolaparoscopia, cirurgia em que tenta-se corrigir as possíveis alterações das trompas.

A escolha do método depende das particularidades de cada caso.

A pí­lula anticoncepcional pode causar infertilidade? +

O uso contínuo da pí­lula anticoncepcional não traz nenhum risco de infertilidade. Estudos comprovaram que além de não causar risco à gravidez, o uso contíuo da pí­lula anticoncepcional ajuda a proteger a mulher, evitando a contaminação por doenças sexualmente transmissí­veis que possam vir a causar danos ao sistema reprodutor feminino.

Contudo, o uso da pílula pode ocultar outras doenças previamente existentes, por isso é recomendado que mulheres que fazem uso por um período muito longo e tenham dificuldade para engravidar, procurem um especialista para realizar exames mais detalhados.

O que é endometriose? +

A endometriose é uma das doenças mais comuns encontradas em clínicas de reprodução humana. Ela se caracteriza pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. Fora do útero, o endométrio causa reações inflamatórias intensas e, como resultado, a maioria das pacientes apresentam cólicas menstruais e dores durante a relação sexual. Tal processo inflamatório também é responsável pelas alterações das trompas e ovários que vão levar a dificuldade de engravidar nestas mulheres.

Saiba mais

O que é Síndrome dos Ovários Policísticos? +

A Sindrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma das principais condições que leva a dificuldade ovulatória nas mulheres. Para o diagnóstico da Síndrome dos Ovários policísticos, devemos ter presentes dois destes três parâmetros: presença de menstruações irregulares com atrasos (características de mulheres com dificuldade ovulatória); presença de sintomas relacionados ao aumento dos hormônios masculinos (aumento de pilificação e acne) e/ou aumento dos níveis sanguíneos destes hormônios; presença de ovários micropolicísticos ao ultra-som.

Além disso, devemos descartar a ocorrência de outras doenças, que simulam esta Síndrome, tais como: hiperprolactinemia; Síndrome de Cushing, Hiperplasia Congênita de Adrenal; Doenças Tireoidianas.

Qual a idade máxima para uma mulher realizar o tratamento? +
Com a nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), Conselho Federal de Medicina (CFM), idade máxima que uma mulher pode ter para se submeter ao tratamento de reprodução humana é de 50 anos.
Existe tratamento de Fertilização In Vitro (FIV) gratuito? +

Na Vivita nos temos algumas maneiras de viabilizar seu tratamento de Reprodução Assistida de forma custeada.
Através do nosso programa de Doação de Óvulos, doadora e receptora, participando como portadoras de problemas de reprodução, compartilham tanto do material biológico quanto dos custos financeiros que envolvem o procedimento de Reprodução Assistida. Neste programa, a doação de óvulos continua sendo anônima, porém, as receptoras dos óvulos podem arcar com parte dos custos do tratamento das doadoras.
Outra forma de conseguir tratamentos gratuítos é através do SUS, em hospitais públicos. Neste tipo de tratamento os pacientes em geral pagam o custo dos medicamentos e o SUS cobre a parte laboratorial.

Conheçam alguns locais que disponibilizam o tratamento:

Em São Paulo:

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
Clínica de Infertilidade Conjugal
Rua Dr. Cesário Mota Jr., 112 – Santa Cecília.
Tel.: 11 3224 0122 ramal 5535
HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA USP
Setor de Esterilidade Conjugal
Av. Dr Enéas de Carvalho Aguiar, 255, 5 º andar – Cerqueira César.
Tel.: 11 3069 6244

 

HOSPITAL SÃO PAULO – UNIFESP
Setor Integrado de Reprodução Humana
Rua Botucatu, 725 – Vila Clementino
Tel.: 11 5576 4488
HOSPITAL PÉROLA BYINGTON
Centro de Referência da Saúde da Mulher
Rua Santo Antônio, 630 – Centro
Tel.: 11 3112 1752 / 3242 3433 ramal 262

 

Em Santo Andre

FACULDADE DE MEDICINA DO ABC
Av. Príncipe de Gales , 821, Bairro Príncipe de Gales
Tel.: 11- 4993 5468 / 4993 5400

Em Campinas:

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNICAMP
Ambulatório de Esterilidade
Av Alexander Fleming, 101, 2º andar – Cidade Universitária
Tel.: 19 3521-7176 / 3521-8255

Em Ribeirão Preto

Hospital das Clínicas da USP
Setor de Reprodução Humana
Av Bandeirantes, 3900 – Campus da Faculdade de Medicina.
Tel.: 16 602 2342
Não consigo engravidar. O que eu faço? +

Se voce esta esta tentando engravidar por mais de 12 meses e não consegue, o recomendado é que se procure um médico médico ginecologista, capacitado em reprodução humana.

Mas isto não é uma regra, há casos em que este procedimento deve ser feito antes desse perí­odo, como por exemplo, nos casos em que a mulher apresenta menstruação irregular, está com mais de 35 anos, possui suspeita de infertilidade por sintomas de doenças características desta condição.

Os motivos para a infertilidade de um casal são muitos, por isso, através de um diagnóstico preciso será possivel identificar a causa da infertilidade e consequentemente o tratamento mais indicado. Existem diversos tratamentos para a gravidez, os mais conhecidos são: coito programadoinseminação artificial, fetilização “in-vitro” [fiv]ICSI.

O que eu preciso fazer para engravidar? +

Para poder responder esta pergunta, primeiramente é necessário saber o motivo pelo qual o casal não esta conseguindo engravidar naturalmente.

São muitos os fatores que podem gerar a infertilidade, por isso, o mais adequado é procurar um médico especialista para que sejam feitos os exames possíveis para identificar o problema.

Vale lembrar que um casal pode ser considerado infértil depois de 6 a 12 ou mais meses de tentativas para engravidar mal sucedidas.

Para saber mais, entre em contato conosco.