Perguntas Frequentes

Finasterida altera a função sexual. Mito ou verdade? +

Estudo publicado recentemente pela Universidade de Guangzhou analisou mais de 17 mil homens que tomavam Finasterida para diferentes finalidades.

O estudo concluiu que homens que tomavam em média 1mg/dia da substância não apresentavam quaisquer disfunções sexuais. Esta dosagem normalmente é associada ao tratamento da calvície. Porém, em dosagens maiores, como para o tratamento do aumento da próstata, onde a dosagem é de, em média, 5mg/dia, os pesquisadores identificaram que os pacientes apresentaram algum tipo de disfunção sexual.

Em resumo, a associação da Finasterida à disfunção sexual depende da dose diária consumida pelo paciente.

Para ler o estudo completo (em inglês), acesse o link: https://lnkd.in/dDQfHqE

Casais homoafetivos femininos: qual das parceiras irá conceber a criança? +

Diversos fatores devem ser levados em consideração ao escolher qual das parceiras irá receber o embrião concebido por meio da fertilização in vitro.

Para tomar essa decisão, o diálogo entre as parceiras é, sem dúvidas, a principal iniciativa a ser tomada para que a gestação ocorra de maneira saudável, tanto física quanto psicologicamente, para ambas.

Além do diálogo, é muito importante levar em conta alguns aspectos físicos. É preciso considerar a idade da mulher, seu estado de saúde física e mental. Fazer um acompanhamento psicológico antes da gravidez, para garantir que as mães estejam confortáveis com a decisão tomada, também pode ser uma boa opção.

O mais importante, sempre, é assegurar que o bebê se desenvolverá em um útero saudável, em um ambiente feliz.

O médico pediu um espermograma, mas você sabe o que é? +
O espermograma é um dos exames obrigatórios para um casal que está com dificuldades para engravidar. Nele, o médico é capaz de verificar a qualidade dos espermatozoides e também a saúde da próstata do homem. O exame simples, indolor e não é invasivo: o homem colhe uma amostra de sêmen por meio de masturbação e esta amostra é enviada ao laboratório para análise.
 
O espermograma mede, entre outras coisas, a quantidade de espermatozoides por ml de sêmen, além de avaliar a morfologia, o pH, a velocidade e a motilidade dos espermatozoides.
 
Caso o espermograma apresente alguma anormalidade no sêmen que impeça ou dificulte o casal de ter filhos, um médico especialista em reprodução humana pode orientar sobre os tratamentos disponíveis, sendo o mais comum, a Fertilização in vitro.
 
Quando devo procurar um especialista em fertilização? +

Quando o casal decide tentar uma gravidez natural, existe um período que pode variar de 1 a 2 anos para que a gravidez se concretize de fato. Em geral, 80% dos casais engravidam já no primeiro ano, mas para alguns casais, a espera pode ser maior.

A idade da mulher influencia no tempo de espera, por isso, é importante levar em consideração a idade da mulher ao procurar um especialista, uma vez que, depois dos 35 anos, a fertilidade da mulher declina drásticamente.

Além disso, existem outros fatores que podem influenciar na fertilidade do casal, como tabagismo, obesidade, histórico de endometriose ou varicocele. Por isso, recomendamos que você considere todos os fatores: tempo de tentativa, idade da mulher e estilo de vida do casal. Se sentir que vocês se encaixam nestes padrões, este é um bom momento para procurar a ajuda de um especialista em reprodução humana.

Se este é o seu caso, não hesite em entrar em contato com o nosso corpo clínico. 

Dicas para identificar o período fértil e aumentar suas chances de engravidar pelos métodos naturais. +

Para engravidar, é preciso que o espermatozoide encontre o óvulo em um determinado momento do mês. Esse momento é chamado de período fértil, quando o óvulo e o espermatozoide encontram as condições ideais para a fecundação.

Conhecer bem seu ciclo de fertilidade é fundamental para programar as relações sexuais e chegar à gravidez mais facilmente. Por isso, preparamos algumas dicas que vão ajudar você a identificar esse momento:

  • Identifique de quantos dias é seu ciclo mensal. O ideal é que você faça uma média dos últimos seis meses para chegar a este número. Por exemplo: se seu ciclo tem, em média, 28 dias, seu período fértil será entre o 19º e o 14º dia.                                                                                                          
  • Observe as secreções vaginais: quanto mais perto do seu dia fértil, mais pegajoso fica o muco cervical, semelhante a uma clara de ovo.
  • Fique de olho na temperatura do seu corpo, pois no dia em que está ovulando, ela fica até 1ºC mais alta.                                                                                                                                                    
  • O aumento da libido também é um sinal de que você está em seu período fértil.                                                                                                                
  • Aparecimento de acne? Isso também pode ser um sinal de ovulação.                                                                                                                
  • Testes hormonais vendidos em farmácia também ajudam a monitorar os níveis de hormônio LH, que é liberado quando a mulher está ovulando. 

Quer calcular o seu período fértil? Acesse nossa calculadora.

Planejar uma relação sexual programada garante a gravidez? +

Não. Planejar a relação sexual aumenta bastante as chances de gravidez, mas não garante. O coito programado, ou relação sexual programada é um tratamento que associa à ingestão de medicamentos que induzem a ovulação com o momento certo de ter a relação sexual.

A dosagem do medicamento varia de mulher para mulher de acordo com a idade, peso, número de folículos, entre outros fatores, por isso só deve ser feita com acompanhamento médico.

Lembrando que a relação sexual programada é indicada para casais que estão tendo problemas para engravidar e cujos exames de fertilidade apresentam resultados considerados normais. Para casais com problemas de fertilidade considerados graves, é preciso fazer uma investigação mais profunda das causas da infertilidade para identificar o tratamento ideal para cada caso.

Existe um momento ideal para se ter filhos? +

Não existe uma fórmula secreta para que um casal descubra se é chegada a hora de planejar a chegada de um bebê, mas existem alguns fatores que podem ser levados em consideração nesta equação da vida.

Uma delas é situação emocional e financeira do casal, que deve ser equilibrada para proporcionar um ambiente favorável ao desenvolvimento físico e psíquico dessa criança.

A idade da mulher também influencia na decisão, já que a fertilidade feminina declina consideravelmente após os 35 anos. Se o casal ainda não estiver no momento ideal, uma alternativa é o congelamento de óvulos para uma posterior fertilização in vitro.                                      

Também é preciso levar em conta o fator profissional, a quantidade de filhos que se quer ter e o desejo mútuo do casal de se tornar pais.

Quer saber mais? Confira a matéria na íntegra no link www.bbc.com/portuguese/geral-40771237

Quando é preciso começar a fazer o exame preventivo contra o câncer de próstata? +

A partir dos 40 anos, todos os homens devem fazer check-ups anuais para prevenir o aparecimento da doença.

O câncer é uma doença silenciosa, que só começa a dar sinais no corpo humando quando se encontra em estágio mais avançado. Por isso, o check-up é uma ferramenta muito importante para garantir que homens diagnosticados com esta enfermidade sejam tratados o mais cedo possível.

É muito importante que todo homem com 40 anos ou mais consulte um urologista todos os anos para garantir a saúde da próstata, uma vez que este tipo de câncer é o terceiro maior causador de óbitos na população masculina.

Vou tratar um câncer de próstata, posso ter filhos no futuro? +

A quimioterapia é um procedimento agressivo, que normalmente afeta a qualidade dos gametas de quem passa pelo tratamento. Por isso, o recomendado é que o paciente nessa situação realize o congelamento de seus espermatozóides antes de iniciar o tratamento, garantindo assim gametas saudáveis para uma futura gestação.

Ao ser diagnosticado com câncer o primeiro pensamento, e mais lógico, é iniciar um tratamento o quanto antes. Mas o que poucas pessoas avaliam nesta hora é a questão da preservação da fertilidade.

Estudo apontam que 1/3 dos pacientes que fazem tratamento oncológico terá infertilidade permanente. Se você não pretende ter filhos, isto não é um problema, mas se você pensa em ter filhos é muito importante avaliar este fator antes do início do tratamento.

Para a preservação da fertilidade masculina ha dois métodos para a coleta dos espermatozóides:
– por masturbação (método não-invasivo) quando ha espermatozóides no sêmen.
– técnicas de retirada dos espermatozóides diretamente dos testículos quando não há espermatozoides no sêmen ejaculado (azoospermia)

Após a obtenção dos espermatozoides o mesmo é criopreservado (congelado) a -196 oC e armazenado por tempo indeterminado. Mas tudo precisa ser feito antes do início do tratamento contra o câncer.

A técnica de congelamento de espermatozóides permite que o casal possa ter filhos no futuro através das técnicas de Inseminação Artificial e Fertilização in vitro.

Vale lembrar que a fertilidade pode voltar ao normal de seis a doze meses após o termino do tratamento.

 

Mulheres que passaram por tratamento de câncer de mama podem engravidar? +

Sim, é possível. Um estudo da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) revelou muitas mulheres que passaram por um tratamento de câncer de mama conseguiram engravidar posteriormente. Além disso, este estudo apontou que a gravidez e a amamentação surtem efeitos protetivos contra o reaparecimento da doença.

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, sendo mais comum entre as mulheres, com 22% de casos novos registrados por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia. Mesmo que a faixa de maior incidência da doença esteja no período da pós-menopausa, isto é, depois dos cinquenta anos, o número de mulheres diagnosticadas mais precocemente aumentou significativamente.

Muitas mulheres nessa faixa etária se amedrontam diante do diagnóstico de câncer de mama, o que é natural, visto a gravidade da doença. Entretanto, quando descoberto em seu estágio inicial, as chances de cura são de 95%, de acordo com estatísticas divulgadas pela Sociedade Brasileira de Mastologia.

A pesquisa analisou uma amostra de 1.207 pacientes com idades inferiores a 50 anos por uma década, todas diagnosticadas com câncer de mama não-metastático, ou seja, o tipo em que as células cancerígenas ainda não tinham se espalhado para outros órgãos do corpo. Ao todo, 333 participantes conseguiram engravidar, o que corresponde a 28% do total. 57% da população avaliada durante o estudo possuía um tumor RE-positivo, ou seja, neste caso, as células cancerígenas são receptoras de estrogênio e se proliferam em resposta ao hormônio.

Fonte: https://claudia.abril.com.br/saude/apos-tratamento-mulheres-com-cancer-de-mama-podem-engravidar/#

Você sabe o que é Beta HCG? +

O beta HCG consiste em uma fração do hormônio HCG (ou Gonadotrofina Coriônica Humana). Por ser um hormônio produzido exclusivamente durante o período gestacional, sua presença em testes de urina ou de sangue caracteriza a gravidez.

O hormônio HCG é produzido pelo trofoblasto, estrutura que dará origem à placenta, por isso podemos dizer que ele tem um papel fundamental na gestação.

Os testes de gravidez de farmácia identificam a gravidez pois possuem reagentes ao HCG. Contudo, como a estrutura do HCG é semelhante à de outros hormônios, o teste de farmácia só tem validade depois que a produção do HCG já está alta, ou seja, em geral após 40 dias da ultima menstruação. Por isso que em clínicas de reprodução humana os médicos pedem o exame de sangue, pois ele é mais preciso quando feito precocemente ao atraso da menstruação.

Os valores do beta HCG variam muito de uma mulher para a outra, por isso, havendo indícios da gravidez os médicos costumam fazer ultrassom ou pedir para repedir o teste para confirmar o diagnóstico.

Em uma gestação normal, a taxa do Beta HCG costuma dobrar a cada 24 ou 48 horas. Quando isto não acontece pode ser indicio de que a gravidez não irá progredir. E nos caso de um pequeno aumento pode ser que tenha alguma complicação.

Você sabe o que é reserva ovariana? +

Ter filhos após os 30 anos de idade é uma realidade cada vez maior na sociedade em que vivemos. Segundos dados do IBGE, em 2015, 31% dos recém-nascidos tinham pais entre 30 e 39 anos.

Muitos são os fatores que tem levado as pessoas a ter filhos depois dos 30 anos, mas uma fator que muitas pessoas não colocam na balança é que com o passar dos anos ocorrem mudanças biológicas significativas que podem dificultar a gravidez.

Dentre os fatores biológicos feminismo esta a reserva ovariana, ou seja, a quantidade de óvulos que está disponível nos ovários da mulher.

Toda mulher nasce com uma quantidade de óvulos determinada. Com o passar dos anos as mulheres vão perdendo estes óvulos. Isto porque quando os óvulos estão maduros eles são liberados pelo ovário e não ha nada que impeça.

Da primeira menstruação até os 30 anos, a fertilidade da mulher se mantém estável. Entre 30 e 35 anos ocorre uma pequena queda. E após os 35 a queda é considerável.

Pode-se dizer que uma mulher com 37 anos já perdeu quase toda a sua reserva ovariana. Mas como cada corpo tem as suas características biológicas, isto pode ocorrer antes ou depois.

Além da quantidade de óvulos outro fator que influencia é a qualidade dos óvulos. Óvulos mais “velhos” costumam apresentar defeitos genéticos, o que dificulta o desenvolvimento do embrião.

É por isso que, se você pretende ter filhos após os trinta e poucos anos, deve ter cuidado com este fator reprodutivo. E se este é o seu caso, fazer uma avaliação da sua reserva ovariana é uma atitude prudente.

A reserva ovaria pode ser medida por três exames simples, dois são de sangue e um é por imagem. A partir destes exames o médico pode determinar a quantidade dos seus óvulos.

Prevenir é sempre a melhor decisão.

Quando procurar um médico especialista em infertilidade? +

As chances de um casal saudável, que mantém relações sexuais com frequência (2 a 3 vezes por semana) sem uso de preservativos e técnicas anticoncepcionais, engravidar gira entre 20 e 25% a cada ciclo.

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, a não ocorrência de gestação após o período de 12 meses de tentativas, com relações sexuais frequentes (2-3 vezes por semana) e desprotegidas, é um sinal de que pode haver alguma dificuldade de engravidar.

Segundo estudos realizados com casais que estavam tentando de engravidar, cerca de 85% demoraram até um ano para concretizar a gravidez.

Por isso, se após 12 meses a gestação não ocorrer, é recomendado é que se procure um médico médico ginecologista, capacitado em reprodução humana.

Mas isto não é uma regra, há casos em que este procedimento deve ser feito antes desse perí­odo. Dentre eles podemos destacar:

1) Mulheres com mais de 35 anos: a partir de 35 anos de idade a reserva ovariana da mulher diminui rapidamente e qualidade das células, também. Isso se intensifica a partir dos 37 anos e complicando muito após os 40 anos.

2) Mulheres com menstruação irregular: ciclos irregulares de menstruação é sinal de problemas de ovulação, o que possívelmente irá dificultar a gravidez.

3) Endometriose: A endometriose é uma das doenças mais comuns encontradas em clínicas de reprodução humana. Mulheres que possuem endometriose devem ficar atentas pois.

4) Tabagismo: para as mulheres, o cigarro pode afetar a qualidade dos óvulos causando o envelhecimento precoce das células. Ja para os homens, pode diminuir a produção e qualidade de espermatozoides. Por isso, se após 6 meses de tentativas a gestação não ocorrer é recomendado que procure um médico.

5) Obesidade: o excesso de gordura pode levar ao desarranjo hormonal e influencia na produção de espermatozoides do homem e na ovulação da mulher. Por isso, se após 6 meses de tentativas a gestação não ocorrer é recomendado que procure um médico.

6) Infecções: Algumas infecções, como clamídia e prostatites, podem deixar sequelas para a fertilidade humana, mesmo depois de curadas.

7) Cirurgias ginecológicas: algumas cirurgias ginecológicas, como a retirada de miomas e cisto de ovário, também podem dificultar a gravidez.

8) Varicocele: Essa condição é uma das principais causas de dificuldade na produção do sêmen. Trata-se de uma dilatação das veias na região escrotal.

Posso doar meus óvulos? +

Na Vivita- Clínica de Reprodução Humana, para que uma pessoa possa ser considerada uma possível doadora de óvulos ela precisa preencher os seguintes critérios:

  • Passar por consulta médica detalhada com nossa equipe
  • Ter no máximo 32 anos de idade (o que nos dá mais segurança de termos bons óvulos)
  • Ter comprovada uma boa saúde ovulatória (através de histórico favorável, ultra-som transvaginal mostrando boa reserva ovariana e exames hormonais favoráveis)
  • Ter sorologias negativas para as principais doenças infecciosas
  • Ter os parâmteros genéticos normais (tanto por histórico clínico favorável, quanto por exame de sangue que comprove boa saúde cromossômica)
Posso engravidar com meus próprios óvulos após 40 anos? +

Sim, é possível. As mulheres começam a ter uma diminuição da qualidade ovulatória a partir de 35 anos de idade. Isso se torna mais dramático após 38-40 anos. Assim, é primordial a adequada avaliação da função ovariana nestas mulheres para se definir as melhores táticas que podem levar à gravidez.

Recomenda-se neste caso que seja realizada uma consulta para avaliação.

Fiz laqueadura, posso ter filhos ? +

As mulheres que fizeram laqueadura podem ter filhos novamente.

Para isso existem duas possibilidades: realizar a cirugia de reversão da laqueadura ou realizar o tratamento de fertilização “in-vitro” (FIV/ICSI).

Reverter a laqueadura é um processo que leva mais tempo e apresenta menores chances de sucesso de gravidez se comparado com o tratamento de fertilização in-vitro.

Para reverter a laqueadura, primeiramente é necessário avaliar como ela foi feita e que regiões da trompa pode ter danificado, para então avaliar se é possível reverter o processo cirurgicamente, religando as trompas uterinas. As principais condições que possibilitam a reversão são: ter o final das trompas preservado e ter a tuba uterina saudável. Feita a cirurgia, é necessário esperar de 6 a 12 meses para poder engravidar.

Vale lembrar que para mulheres com mais de 35 anos da idade nas taxas de sucesso são menores. Além disso, também é necessário avaliar outros fatores de fertilidade, tanto feminina quanto masculina, como a contagem dos óvulos e espermatozoides, a qualidade dos mesmos, entre outros, pois caso haja algum problema a

Já o tratamento de Fertilização in Vitro (FIV/ICSI) o procedimento é mais rápido e apresenta taxas de sucesso de gestação maiores. É mais rápido pois pode ser feito imediatamente, não precisa realizar procedimentos cirúrgicos. E apresenta taxas de sucesso mais elevadas pois como o óvulo é fecundado em laboratório e implantado no útero, não necessitando das trompas para realizar estas etapas (leia mais sobre FIV).

Vale lembrar, também, que em ambos os casos é necessário passar por uma consulta com um médico capacitado em reprodução humana, para que seja feito uma avaliação total do quadro clínico da paciente e, desta forma, avaliar qual o melhor procedimento tomar em cada caso.

Fiz vasectomia. Posso ter filho? +

Sim, é possivel engravidar mesmo tendo feito vasectomia.

Homens que realizaram o procedimento de vasectomia podem ter filhos. Basicamente existem dois métodos para isso: reverter a vasectomia ou realizar o tratamento de Fertilização in Vitro (FIV), com ICSI.

A reversão da vasectomia, que consiste no religamento dos canais deferentes de forma a permitir a passagem do espermatozóide novamente, apresenta melhores resultados quando feita há menos de 5 anos.

Já no método de Fertilização in Vitro (FIV), com ICSI os espermatozóides são capturados por punção dos epidídimos (PESA) e depois são injetados nos óvulos pelo método de ICSI.

Devo fazer análise genética dos embriões? +

Atualmente, existe técnica para realização da análise genética dos embriões antes de transferí-los ao útero. Isso pode ser indicado em diversas situações, tais como: casais cuja família apresenta doenças genéticas repetidas e específicas; casais em que um dos membros têm alteração genética diagnosticada; mulheres com mais de 38 anos de idade.

A análise genética pré-implantacional dos embriões é realizada após a biopsia dos mesmos e a consequente obtenção de células que serão analisadas pelo método de CGH, em que conseguimos identificar todos os cromossomos dos embriões.

Saiba mais

Qual o melhor tratamento para quem tem problema nas trompas ? +

Os procedimentos para engravidar mais indicados para aquelas que possuem problema nas tubas uterinas (trompas) são: Fertilização “in vitro” – ICSI, visto que é o único método de tratamento para engravidar que não depende das trompas e a Videolaparoscopia, cirurgia em que tenta-se corrigir as possíveis alterações das trompas.

A escolha do método depende das particularidades de cada caso.

A pí­lula anticoncepcional pode causar infertilidade? +

O uso contínuo da pí­lula anticoncepcional não traz nenhum risco de infertilidade. Estudos comprovaram que além de não causar risco à gravidez, o uso contíuo da pí­lula anticoncepcional ajuda a proteger a mulher, evitando a contaminação por doenças sexualmente transmissí­veis que possam vir a causar danos ao sistema reprodutor feminino.

Contudo, o uso da pílula pode ocultar outras doenças previamente existentes, por isso é recomendado que mulheres que fazem uso por um período muito longo e tenham dificuldade para engravidar, procurem um especialista para realizar exames mais detalhados.

O que é endometriose? +

A endometriose é uma das doenças mais comuns encontradas em clínicas de reprodução humana. Ela se caracteriza pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. Fora do útero, o endométrio causa reações inflamatórias intensas e, como resultado, a maioria das pacientes apresentam cólicas menstruais e dores durante a relação sexual. Tal processo inflamatório também é responsável pelas alterações das trompas e ovários que vão levar a dificuldade de engravidar nestas mulheres.

Saiba mais

O que é Síndrome dos Ovários Policísticos? +

A Sindrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma das principais condições que leva a dificuldade ovulatória nas mulheres. Para o diagnóstico da Síndrome dos Ovários policísticos, devemos ter presentes dois destes três parâmetros: presença de menstruações irregulares com atrasos (características de mulheres com dificuldade ovulatória); presença de sintomas relacionados ao aumento dos hormônios masculinos (aumento de pilificação e acne) e/ou aumento dos níveis sanguíneos destes hormônios; presença de ovários micropolicísticos ao ultra-som.

Além disso, devemos descartar a ocorrência de outras doenças, que simulam esta Síndrome, tais como: hiperprolactinemia; Síndrome de Cushing, Hiperplasia Congênita de Adrenal; Doenças Tireoidianas.

Qual a idade máxima para uma mulher realizar o tratamento? +
Com a nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), Conselho Federal de Medicina (CFM), idade máxima que uma mulher pode ter para se submeter ao tratamento de reprodução humana é de 50 anos.
Existe tratamento de Fertilização In Vitro (FIV) gratuito? +

Na Vivita nos temos algumas maneiras de viabilizar seu tratamento de Reprodução Assistida de forma custeada.
Através do nosso programa de Doação de Óvulos, doadora e receptora, participando como portadoras de problemas de reprodução, compartilham tanto do material biológico quanto dos custos financeiros que envolvem o procedimento de Reprodução Assistida. Neste programa, a doação de óvulos continua sendo anônima, porém, as receptoras dos óvulos podem arcar com parte dos custos do tratamento das doadoras.
Outra forma de conseguir tratamentos gratuítos é através do SUS, em hospitais públicos. Neste tipo de tratamento os pacientes em geral pagam o custo dos medicamentos e o SUS cobre a parte laboratorial.

Conheçam alguns locais que disponibilizam o tratamento:

Em São Paulo:

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
Clínica de Infertilidade Conjugal
Rua Dr. Cesário Mota Jr., 112 – Santa Cecília.
Tel.: 11 3224 0122 ramal 5535
HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA USP
Setor de Esterilidade Conjugal
Av. Dr Enéas de Carvalho Aguiar, 255, 5 º andar – Cerqueira César.
Tel.: 11 3069 6244

 

HOSPITAL SÃO PAULO – UNIFESP
Setor Integrado de Reprodução Humana
Rua Botucatu, 725 – Vila Clementino
Tel.: 11 5576 4488
HOSPITAL PÉROLA BYINGTON
Centro de Referência da Saúde da Mulher
Rua Santo Antônio, 630 – Centro
Tel.: 11 3112 1752 / 3242 3433 ramal 262

 

Em Santo Andre

FACULDADE DE MEDICINA DO ABC
Av. Príncipe de Gales , 821, Bairro Príncipe de Gales
Tel.: 11- 4993 5468 / 4993 5400

Em Campinas:

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNICAMP
Ambulatório de Esterilidade
Av Alexander Fleming, 101, 2º andar – Cidade Universitária
Tel.: 19 3521-7176 / 3521-8255

Em Ribeirão Preto

Hospital das Clínicas da USP
Setor de Reprodução Humana
Av Bandeirantes, 3900 – Campus da Faculdade de Medicina.
Tel.: 16 602 2342