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Biópsia de Embriões
PGD -
Diagnóstico Genético Pré-Gestacional
Esse método é outro exemplo de como a reprodução assistida pode
atuar no tratamento de doenças que não necessariamente estão ligadas
a dificuldades de engravidar. Nessa técnica, embriões serão obtidos
através de fertilização in vitro. No terceiro dia de vida, os
embriões serão biopsiados e, dessa forma, obteremos uma célula de
cada embrião. As células serão submetidas à análise genética que
revelará alterações cromossômicas. Obviamente, os embriões cujas
células apresentarem essas alterações não serão transferidos.
A foto abaixo representa o momento da biopsia de um embrião.

IMAGEM: BIÓPSIA DE EMBRIÃO
As grandes indicações para realizar a biopsia dos embriões são:
Alto risco de desenvolvimento de doenças genéticas
Pacientes com maiores riscos de gerarem embriões com síndromes
cromossômicas (como, por exemplo, as mulheres com mais de 38 anos de
idade) podem realizar a biópsia de seus embriões. Esse exame é capaz
de identificar doenças como a Síndrome de Down e eliminará,
efetivamente, filhos com essas síndromes.
Aliás, essa técnica é particularmente útil para pessoas que,
sabidamente, possuem doenças genéticas com mutação específica. Essa
mutação poderá ser identificada em alguns casos e os embriões
afetados não serão transferidos.
Doenças ligadas ao sexo
Existem doenças que são exclusivas de algum sexo como, por exemplo,
a hemofilia que é uma doença quase exclusiva do sexo masculino. A
análise genética dos embriões biopsiados permitirá a identificação
dos cromossomos sexuais, permitindo a transferência apenas de
embriões de determinado sexo, ou seja, o mais apropriado a depender
da doença. No caso da hemofilia, por exemplo, apenas embriões
femininos serão transferidos.
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