Laparoscopia

A laparoscopia é um dos procedimentos cirúrgicos mais utilizados para avaliar a condição da cavidade pélvica, especialmente do aparelho reprodutor feminino. O procedimento é utilizado para diagnosticar possíveis causas de infertilidade, além de realizar biópsias e/ou intervenções cirúrgicas.

A laparoscopia ou videolaparoscopia é uma cirurgia que permite a visualização da cavidade abdominal e pélvica, uma vez que o procedimento insere uma câmera no abdome da paciente através de uma pequena incisão (10-12mm) no umbigo. A laparoscopia permite a inspeção de todos os órgãos do abdome e da pelve de maneira detalhada sem a necessidade de uma cirurgia convencional (cirurgia aberta), uma vez que a tecnologia óptica transmite imagens em alta resolução para monitores de vídeo.

Para realizar uma laparoscopia, primeiro é necessária uma anestesia geral, pois o abdome deve ser distendido com gás carbônico para permitir a visualização dos órgãos. O procedimento pode ser apenas diagnóstico (para inspeção e biópsia de estruturas suspeitas), ou terapêutico, quando a equipe médica realiza intervenções para correção de distúrbios. Nesta situação, além da incisão umbilical para a introdução da câmera, é necessário fazer de duas a quatro incisões auxiliares (5-15mm cada) para a introdução das pinças e materiais de cirurgia. A posição destas incisões auxiliares depende do local a ser operado.

Atualmente, a laparoscopia consegue substituir a maioria das cirurgias que antigamente só poderiam ser feitas com incisões tradicionais. A magnificação de imagem proporcionada pela câmera e pela óptica, associadas à precisão das pinças utilizadas, permite realizar cirurgias de grande complexidade, diminuindo o tempo de recuperação e as taxas de complicações operatórias (trauma cirúrgico, sangramento intra-operatório, dor pós-operatória, infecções e aderências), além de menores cicatrizes.

Para que os benefícios desse procedimento sejam alcançados, o cirurgião deve ser experiente com este tipo de abordagem.

 

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Nota: por se tratar de fatores biológicos, físicos e individuais de cada paciente, a realização do tratamento não é garantia de gravidez.
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