Transferência de embriões congelados

Tratamento para engravidar

Em uma fertilização in vitro, os embriões formados podem ser transferidos frescos ou podem ser congelados e transferidos posteriormente. Neste último caso, os embriões são enviados para um banco de embriões, onde são identificados e criopreservados e são transferidos ao útero das pacientes que recorrem às técnicas de reprodução assistida no momento que julgarem adequado.

No passado, as técnicas de fertilização in vitro se mostravam mais eficientes quando o embrião era transferido ao útero da paciente logo após completar seu desenvolvimento (geralmente no terceiro dia, denominado estágio de clivagem ou quinto dia, estágio de blastocisto).

Com a evolução da medicina reprodutiva, essa já não é mais uma realidade e a transferência de embriões que foram congelados passou a apresentar taxas de sucesso iguais ou até superiores à transferência de embriões frescos.

Uma das vantagens clínicas de transferir embriões que foram congelados é que a paciente pode fazê-lo em um ciclo ovariano natural ou um ciclo ovariano medicado. Além disso, é uma estratégia terapêutica importante para reduzir o risco de a paciente desenvolver Síndrome do Hiperestímulo Ovariano e/ou evitar prejuízo à implantação embrionária decorrentes de alterações hormonais identificadas ao final do ciclo de estimulação ovariana.

 

As etapas da transferência embrionária:

– Preparo endometrial: faz-se uso de medicações hormonais (via oral ou transdérmica) no início do ciclo menstrual, a paciente tem seu endométrio preparado para receber o embrião.

– Preparo do embrião: na manhã da transferência, o embrião é descongelado e tem sua qualidade avaliada antes da implantação, sendo a taxa de sobrevivência do embrião ao descongelamento próxima a 96%.

– Transferência embrionária: os embriões são transferidos ao útero da paciente com um catéter que passa pelo colo do útero e deposita os embriões na cavidade uterina com auxílio do ultrassom abdominal.

 

Depois do procedimento, a paciente deve ficar em repouso por 2 dias e um teste de gravidez (Beta-HCG) será realizado entre o 9º e 11º dia após a transferência.

 

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Nota: por se tratar de fatores biológicos, físicos e individuais de cada paciente, a realização do tratamento não é garantia de gravidez.
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